"Fellini OttoMezzo", uma ficção que documenta materiais que vão de reminiscências líricas de vida a toda uma fauna humana circundante meio a uma produção de um filme em crise, em aberto.
Há de se pensar em documento e ficção. Em fantasia e realidade, em crônica como documentário numa forma cinematográfica entre o sonho e a realidade, embaralhados. Federico passa como um gato pelos limites dessas instãncias e categorias num cinema do maravilhoso em estado de desencanto que o diretor italiano atiça, provoca ao som das perfeitas musiquinhas de Nino Rota...
sábado, 12 de janeiro de 2008
Ficção, documento, FANTASIA
"Fellini OttoMezzo", uma ficção que documenta materiais que vão de reminiscências líricas de vida a toda uma fauna humana circundante meio a uma produção de um filme em crise, em aberto.
Há de se pensar em documento e ficção. Em fantasia e realidade, em crônica como documentário numa forma cinematográfica entre o sonho e a realidade, embaralhados. Federico passa como um gato pelos limites dessas instãncias e categorias num cinema do maravilhoso em estado de desencanto que o diretor italiano atiça, provoca ao som das perfeitas musiquinhas de Nino Rota...
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Um comentário:
O cinema se abre em Fellini. Abre-se a um poço imaginário do que é o próprio cinema: uma fenda vazia, onde todos os paralelos dão seus pareceres. A fenda, por sua vez preenchida, pode originar filmes que são bons ou não.
Encontra-se, no imaginário deste filme de Fellini, a falta de preenchimento da fenda, por medo, por desordem, por excesso de palavras. E encontramos o cinema preenchido de Fellini, "Otto e Mezzo", como filme que é, entendendo como ele mesmo foi feito,corajosamente, corpo de um filme de cinema.
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